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AGROS e Participantes
discutem Pecúlio por Aposentadoria
No dia 27 de maio, no auditório do Departamento de
Engenharia Florestal da UFV, o Conselho Deliberativo e a
Diretoria Executiva do AGROS, na presença de seu Conselho
Fiscal, reuniram-se com um expressivo número de participantes,
para esclarecer sobre a situação em que se encontram os
regulamentos dos Planos de Benefícios (A - Celetista e B- RJU)
e, em especial sobre o “pecúlio por aposentadoria”. Estiveram
presentes o consultor atuarial, Dr. Ivan Sant’ana Ernandes e o
consultor jurídico-previdenciário Dr. André Braga de
Vasconcelos, ambos prestando serviços ao nosso Instituto há
cerca de um ano.

Após a abertura dos trabalhos pela presidência do Conselho
Deliberativo, o Diretor Geral explicitou, inicialmente, o
objetivo e a importância da reunião, que visavam esclarecer aos
participantes acerca da impossibilidade de se efetuar o
pagamento do pecúlio por aposentadoria, sonho acalentado há mais
de uma década. Em seguida, foi passada a palavra ao Dr. Ivan que
afirmou claramente que os resultados dos recentes cálculos
atuariais do AGROS revelam a impossibilidade de cumprir o
compromisso financeiro gerado pelo pagamento desse benefício.
Afirmou categoricamente não haver hoje recursos suficientes.
Por sua vez, Dr. André falou das dificuldades jurídicas na
aprovação pela Secretaria de Previdência Complementar (SPC) dos
regulamentos dos planos de benefícios do AGROS, com o “pecúlio
por aposentadoria”, sendo sua exclusão, acenada pela SPC como
condição para a imediata aprovação do regulamento do Plano A.
Durante os debates, alguns membros dos Conselhos Deliberativo e
Fiscal e demais presentes na assembleia manifestaram sua
preocupação pela situação em que se encontra hoje o nosso
Instituto. Houve também manifestações de surpresa e
descontentamento quanto à não concretização do sonho de receber
o pecúlio por aposentadoria.

Mesmo com a notícia desagradável, avalia-se que a
reunião com os participantes foi de extrema importância porque
revelou um momento de franqueza, quando todos puderam falar e
ouvir opiniões diferentes. Enfim, ficou clara a busca incessante
pelo diálogo e pela transparência.
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